Odontologia.

Odontologia

Facetas em cerâmica ultra finas.

Esta nova modalidade de reabilitação estética está cada vez mais comum nos consultórios.

O apelo comercial é tanto que fizeram com que estas novas facetas cerâmicas fossem chamadas de: “Lentes de contato dentárias”.

A diferença entre estas novas facetas das tradicionais é que necessitam de um desgaste muito menor. A espessura chega a ser de até 0,3 mm, o que torna o tratamento pouco invasivo.

Praticamente o que o cirurgião dentista faz é remover as áreas retentivas para encaixe e colagem deste novo material. Esta técnica surge juntamente com a melhoria tecnológica dos materiais e equipamentos para confecção cerâmica.

O fato de elas serem muito mais finas e necessitarem um desgaste mínimo também as colocam com indicações mais precisas. Dentes muito destruídos ou muito manchados, não tem a indicação desta técnica. A fragilidade do material por conta da sua espessura trás também orientações precisas para o paciente.

Trata-se de um tratamento cosmético muito sofisticado, cabendo ao paciente entender suas limitações frente a mecânica da boca.

A resolução estética é impressionante quando bem indicada.

Vejam neste link uma das marcas comerciais mais tradicionais na confecção de próteses em cerâmica livres de metal: http://www.ivoclarvivadent.com.br/pt-br/dentistas/produtos/produtos/ceramica-livre-de-metal/sistema-ips-e_max-para-dentistas/ .

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Acelerando a cicatrização com implantes dentários.

Cientistas da Universidade Estadual Paulista (Unesp) acabam de ser premiados nos Estados Unidos por uma pesquisa que poderá melhorar significativamente a durabilidade dos implantes dentários.

Thallita Pereira Queiroz, ganhou o Prêmio de “Melhor Apresentação de Pôster” durante o 27º Encontro Anual da Academia Norte-Americana de Osseointegração, que ocorreu entre os dias 1º e 3 de março de 2012, em Fênix, no Arizona (Estados Unidos).

Usando nanotecnologia, Thallita criou modificações físico-químicas nas superfícies dos implantes dentários, acelerando o processo de osseointegração – a união do implante ao tecido ósseo.

O estudo foi realizado em animais, mas o objetivo final do trabalho é transpor a nova tecnologia para aplicação em seres humanos.

Segundo o professor Antônio Carlos Guastaldi, que trabalha no desenvolvimento das superfícies de implantes, o estudo realizado por Thallita teve a participação de vários coautores, devido à sua complexidade e multidisciplinaridade.

Segundo ele, além de contribuir com uma nova alternativa para a preparação da superfície dos implantes, o estudo modifica os paradigmas em relação à interpretação dos dados.

“Normalmente, na área biológica, entende-se que a morfologia da superfície do implante é mais importante que sua química para promover a osseointegração. Este trabalho inverte o paradigma, reiterando os resultados dos nossos estudos nos últimos anos: a modificação química da superfície é o mais importante para a osseointegração, enquanto a morfologia apenas aumenta a área onde ocorre esse fenômeno”, disse Guastaldi.

No estudo, 45 coelhos receberam 90 implantes. Depois de 30, 60 e 90 dias, os animais foram sacrificados e os implantes removidos para a análise, visando à detecção de determinadas proteínas ósseas fundamentais para a osseointegração.

As alterações realizadas na superfície dos implantes incluíram a modificação por feixe de laser seguida, em alguns casos, pela deposição de hidroxiapatita – o principal componente do esmalte dentário – pelo método biomimético, que utiliza uma solução de fluido corpóreo, com composição química, temperatura e pH similares ao plasma sanguíneo.

“Esses implantes foram comparados com dois implantes comercialmente disponíveis, um com superfície tratada por ataque ácido e o outro sem modificações de superfície. Todos eles foram instalados em tíbias de coelhos para análises topográficas, biomecânicas, histométricas e imuno-histoquímicas”, explicou Guastaldi.

Os resultados obtidos no estudo, segundo o professor, permitiram concluir que as modificações físico-químicas, em escala nanométrica, promovidas nas superfícies dos implantes dentários aceleraram a expressão de proteínas ósseas que constituem o primeiro passo na interação entre o osso e o implante.

“Com isso, foi acelerada a resposta do tecido ósseo ao implante, favorecendo, dessa forma, a osseointegração em períodos de tempo mais curtos. O próximo passo será a realização desse mesmo tipo de experimento em humanos”, disse Guastaldi.

Fonte: Diário das Saúde.

Leia o artigo na íntegra: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=estudo-brasileiro-implantes-dentarios&id=7532&nl=nlds .

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Um dos lados dos convênios médicos e odontológicos.

São situações como a que vivi hoje, que me fizeram escrever este post.

Sabemos que, a maioria dos convênios médicos e odontológicos possui regras específicas para com todos os envolvidos, porém alguns deixam de considerar, que estão lidando com seres humanos. Isso se aplica, principalmente, quando o associado necessita de um procedimento não incluso na tabela de procedimentos, ou quando esse procedimento é barrado ou negado por estar ainda em vigência de carência, assim como, outras tantas burocracias impessoais e por vezes desumanas.

Essas carências, muitas vezes, aplicam-se como garantia do serviço executado pelo profissional responsável pelo atendimento. Desta forma, fica claro que o único responsável pelo sucesso do procedimento é o profissional. No entanto é bom lembrar que, qualquer procedimento ou tratamento, depende muitíssimo da forma com que o paciente faz uso ou coopera com a orientação do profissional.

Mas parece que isso é 0 que menos importa para alguns convênios, pois seus funcionários parecem ser robotizados, possuem dificuldade de ouvir e pensar, deve ser por conta de tantas planilhas, números, cifras e coisas parecidas.

Foi assim que me senti algumas vezes, mesmo tendo como lema moral e profissional tratar os pacientes particulares e conveniados da mesma forma. Acho muito deselegante tratar um paciente pelo número de sua carteira de convênio. Gente é gente, número é número!

Para meu espanto, descontentamento e tristeza, escrevo este post quase que como um desabafo. Fui informado por um paciente, que teve seu tratamento negado por motivos burocráticos, que estava insatisfeito com seu plano. Enfatizou que usava os profissionais do plano, pois pagava um valor mensal para o uso do mesmo, e usufruir dos serviços do plano lhe é um direito, mas se necessitasse de um serviço mais qualificado, recorreria aos profissionais da sua confiança e não aos que atendem em seu convênio.

Um soco no estômago; quem já levou um sabe a falta de ar que causa.

Há momentos que a idade nos permite ser mais seguros e sensatos; consegui primeiro respirar fundo e conter minha ira, em seguida, esclareci ao paciente que, tendo em vista a qualidade do seu plano de saúde, grande parte dos profissionais associados a ele, eram tanto ou mais gabaritados que qualquer profissional não vinculado a Planos da Saúde. Reiterei ainda, que ele poderia se sentir à vontade para procurar o melhor para ele, pois o mais importante era resolver seu problema de saúde bucal.

O problema de meu paciente foi resolvido por mim, meu problema com o plano de saúde também será, depende de algumas burocracias, mais no dia do pagamento de meus honorários como prestador de serviço, com certeza vira.

O paciente, mesmo sem que seu convênio saiba, já está com o tratamento concluído; correndo o risco de, oportunamente precisar de uma perícia inicial, e nessa ocasião surpreender-se com o trabalho feito, sem fratura.

É dessa maneira que gosto de trabalhar, mesmo sobrecarregado, sempre tentado fazer o que deve ser feito, priorizando o ser humano e a qualidade do que deve ser feito.

Vale mencionar que, os bons Convênios Médicos e Odontológicos garimpam seus credenciados entre os melhores. Claro que, nem todo bom profissional tem interesse em atender Convênios.

Já os Convênios mais populares, por oferecerem condições de trabalho menos favorecidas, nem sempre conseguem credenciar os bons profissionais. Concluindo que, quem paga um bom Convênio Médico e Odontológico, deve fazer uso do mesmo confiante de que, está nas mãos de bons profissionais.

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Manual de Odontopediatria-Antonio Carlos Guedes-Pinto.

Os anos passam mesmo, em 1982 eu fiz minha primeira leitura sobre a especialidade de pediatria justamente na primeira edição deste manual.

A primeira edição do livro “Manual de Odontopediatria”, de autoria do Prof. Dr. Antonio Carlos Guedes Pinto,  foi lançado em 1979 e esse ano está em sua 12º edição, provavelmente o livro de odontologia mais vendido do Brasil. Com 343 páginas, o Manual aborda:  Conduta em relação à criança para tratamento odontopediátrico; Estudo da dentição decídua; Estudo da dentição mista; Plano de tratamento integral em Odontopediatria; Radiologia em Odontopediatria; Cárie dentária; Uso do flúor na clínica odontopediátrica; Higiene bucodental; Hábitos alimentares; Anestesia em Odontopediatria; Isolamento absoluto do campo operatório; Dentística odontopediátrica; Uso dos materiais de proteção do complexo dentina-polpa, restauração direta e prevenção de cárie dentária; Tratamento pulpar em Odontopediatria; Traumatismo em dentes decíduos e suas repercussões para as dentições; Cirurgia e Prótese em Odontopediatria.

Esse manual conta com a colaboração de professores experientes, tanto no campo científico, como clínico, entre eles: Profa. Dra. Ana Estela Haddad, Profa. Dra. Cláudia Perez Trindade Fraga, Profa. Dra. Daniela Prócida Raggio, Prof. Dr. José Carlos Pettorossi Imparato, Prof. Dr. Marcelo José Strazzeri Bönecker, Profa. Dra. Márcia Turolla Wanderley, Profa. Dra. Maria Salete Nahás Pires Corrêa.

Fonte: Odontosites > http://www.livrariaodontosites.com.br/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=1101&livro=manual-de-odontopediatria-antonio-carlos-guedes-pinto .

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Esterilização da linha de higiene bucal TePe, testada e comprovada.

A Revista Dentistry Brasil publicou, na sua mais recente edição de dezembro de 2011, o primeiro artigo completo que comprovou a efetividade e segurança da esterilização das escovas e recursos de higiene da TePe, quanto a manutenção da efetividade dos recursos, mesmo após as manobras de autoclavagem das escovas e dos limpadores linguais testados.

Esse achado é um enorme diferencial para os protocolos de higiene bucal previstos para os hospitais e as UTI´s de todo o Brasil e deverá ter grande impacto no segmento de “Oral Care”, neste ano de 2012. Os estudos (além deste, também merece destaque o da próxima edição da revista, previsto para alguma das próximas edições de 2012), foram conduzidos com o respaldo do Departamento de Farmácia e Bioquímica da Universidade de São Paulo.

Para Maria Helena Leite e Christine da Fonseca – diretoras comerciais da FNL ( representante exclusiva da TePe no Brasil ), a preocupação de oferecer produtos diferenciados ao mercado nacional é tamanha, ao ponto de investirem na tríade importação, marketing & comercialização e no apoio à novas pesquisas e desenvolvimento dessa linha que é lider de mercado na Suécia há muitos anos:

“O mercado brasileiro de “oral care” exige seriedade e comprometimento de todos os que desejam participar dele, não poderíamos atuar de forma menos preocupada em oferecer o que há de melhor para a odontologia e, em conjunção, com as novas páginas abertas nesta ciência da saúde”.

Os núcleos de enfermagem e a odontologia hospitalar brasileira agradecem a esse grande valor agregado ao segmento.

Fonte: TEPE.

Leia o artigo na íntegra: http://www.tepe.com.br/blogViews.php?id=432 .

E não se esqueçam: http://www.edutavares.com.br/troca-de-escovas/ .

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Fio dental Bitufo Expand.

A marca  Bitufo chega com um novo lançamento, é o Fio Dental Expand, produto inovador no mercado, com incrível sabor menta, onde o fio ao entrar em contato com a saliva se expande, facilitando a higienização entre os dentes.

Desta forma ocorre uma maior limpeza, removendo resíduos e auxiliando na remoção da placa bacteriana que se forma entre os dentes onde a escova convencional não alcança. Sua composição macia deixa confortável sua utilização deslizando suavemente sem agredir a gengiva.

O site da BITUFO está cheio de novidades, com promoções de kits para higiene bucal entre tantos outros informativos sobre seus produtos bem como dicas de higiene bucal.

E não se esqueçam: http://www.edutavares.com.br/troca-de-escovas/ .

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Utilização de Biomateriais GENIUS em Seio Maxilar.

Em implantodontia, quando precisamos aumentar a altura do tecido ósseo no maxilar superior na região dos molares, umas das alternativas é o preenchimento do seio maxilar com enxerto ósseo.

A empresa Baumer é uma das empresas mais respeitadas na venda de materiais para enxertos ósseos na odontologia.

Abaixo segue um vídeo sobre a técnica de preenchimento ósseo no seio maxilar, também conhecida como Sinus Lift.

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A importância dos dentes de leite.

Procurando na internet artigos sobre a importância dos dentes de leite achei este post de um colega de profissão.

Os dentes decíduos ou de leite devem ser cuidados com a mesma atenção e carinho que são devidos aos dentes permanentes. Quem não cuida devidamente de seus dentes de leite, automaticamente não cuidará também de seus dentes permanentes. Os pais devem ser alertados nesse sentido.

Os dentes de leite são bem mais claros e menores que os dentes permanentes. É até benéfico eles estarem mais espaçados, pois quando virem os dentes permanentes eles chegarão na posição correta, sem apinhamento.

Em algumas crianças os dentes aparecem muito cedo, enquanto em outras demora tempo demais até erupcionarem. Os primeiros dentes de leite aparecem na arcada por volta dos 6 meses de vida, mas podem aparecer com 3 meses ou até 1 ano de idade, nem por isso é uma situação anormal. Em certo ponto é até vantajoso os dentes de leite demorarem um pouco a erupcionarem, pois enquanto estão dentro da gengiva não vão cariar. Fique de olho no que está acontecendo na boca de seu filho. Por volta dos dois anos e pouco ele deverá estar com 20 dentes na boca, 10 na arcada superior e 10 na inferior. Se a criança chegar à idade de 3 anos sem essa quantidade de dentes na boca,faltando ou sobrando, algo de anormal deve estar acontecendo. Consulte o Odontopediatra para esclarecê-lo.

Muitos pais ainda acreditam que não existe necessidade de cuidar dos dentes de leite, porque eles vão cair um dia. Os dentes decíduos são responsáveis pela manutenção de espaços adequados para os dentes permanentes irromperem; eles servem de guia para o posicionamento dos dentes permanentes.

Os dentes de leite bem tratados contribuem também para a aparência e para a auto-estima das crianças. Eles ajudam na digestão dos alimentos e estando bem cuidados contribuem para uma melhor saúde da criança. Dentes decíduos livres de cáries, sadios, criam um ambiente saudável para os dentes permanentes.

O molar dos 6 anos, que é o dente mais importante da arcada, será a chave para o posicionamento dos outros dentes permanentes. É importante, então, manter os dentes decíduos sadios e na posição normal, pois disso vai depender a correta posição deste dente tão importante para a arcada dentária.

Alguns pais, não cuidando dos dentes de leite de seu filho, pela continuação do processo, não cuidarão também desse precioso dente, que é o primeiro molar permanente. Aí então a situação realmente se complica, pois se a criança vir a perder esse dente, automaticamente a má oclusão estará instalada.

Dr. José Donizetti Vieira / Cirurgião – Dentista / CROMG: 9475 q Email: consultoriodrdonizetti@hotmail.com.

Fonte: http://www.portalarcos.com.br/noticia/4862/A-IMPORTANCIA-DOS-DENTES-DE-LEITE .

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Sensodyne Repair & Protect.

O novo Sensodyne Repair & Protect tem uma tecnologia avançada, designada por NOVAMIN®, que procura e repara pequenos orifícios dos dentes. Estes pequenos orifícios são as áreas vulneráveis, responsáveis por picadas ocasionais, que são um sinal de sensibilidade dentária.

Por baixo da camada protectora de esmalte dentário, há a dentina, uma estrutura porosa, constituída por milhões de pequenos canais, designados por túbulos. A dentina pode vir a ficar exposta, como consequência de recessão gengival, de erosão ou de uma combinação de ambas. A dentina exposta dá origem a áreas vulneráveis e sensíveis dos dentes, que são a fonte das picadas nos dentes.

O novo dentífrico Sensodyne Repair & Protect tem uma fórmula única, clinicamente comprovada, que contém NOVAMIN®, uma tecnologia à base de cálcio concentrado, que ajuda a reparar áreas vulneráveis com os componentes naturais de construção dos dentes. Uma vez em contacto com a saliva, a fórmula NOVAMIN® liberta Cálcio e Fosfato, os componentes naturais de construção dos dentes. Estes iões formam uma camada mineral protectora, que repara as áreas vulneráveis do dente.

O novo dentífrico Sensodyne Repair & Protect, usado duas vezes ao dia, ajuda a reparar, a fortalecer e a proteger, de forma contínua, os seus dentes. Tem, também, um sabor fresco a menta, que deixa na sua boca uma sensação de limpeza e de frescura.

Há também no site de referência um quiz de perguntas e respostas sobre o produto > http://www.sensodyne.pt/repairandprotect/perguntas_respostas.aspx .

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SUS tem mais 185 laboratórios de próteses dentárias.

O Ministério da Saúde está reforçando a assistência odontológica no Sistema Único de Saúde (SUS) com o credenciamento de mais 185 novos Laboratórios Regionais de Prótese Dentária (LRPD).  As novas unidades estão instaladas em 18 estados e terão capacidade para produzir até 130 mil próteses dentárias por ano. O Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 13,8 milhões (ver tabela no final do texto) para o funcionamento desses serviços.

Com este reforço na assistência, o Brasil passa a contar com 991 Laboratórios Regionais. Os laboratórios são unidades que atuam integrados com os demais serviços de saúde bucal. Nesses locais, são produzidos dois tipos de prótese – totais (dentaduras) e parciais (coroas e pontes). As próteses dentárias são produtos indicados para a recuperação de falhas na arcada dentária e oferecidas, desde 2011, no SUS, por meio do programa Brasil Sorridente. “Ter uma dentição adequada e acesso aos tratamentos é uma questão de cidadania. Vamos supor uma pessoa que queira ser recepcionista, mas que não tem dentes na boca. No mercado de trabalho competitivo de hoje, essa pessoa não conseguiria emprego”, explica Gilberto Pucca, coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde.

Os novos laboratórios funcionarão nos estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Os recursos do Ministério serão destinados diretamente para as secretarias estaduais e municipais de saúde e liberados de acordo com a estrutura e com a capacidade de produção de cada laboratório.

De acordo com o Gilberto Pucca, o credenciamento das novas unidades vai permitir também a contratação de mais dentistas e protéticos no serviço público. Somente em 2011, os investimentos do Ministério da Saúde para confecção de próteses dentárias somaram R$ 57 milhões.

O programa Brasil Sorridente faz parte das ações do Plano Brasil Sem Miséria, lançado no ano passado pela Presidência da República. A principal meta do Ministério da Saúde, na assistência odontológica, é reduzir progressivamente o número de brasileiros com falhas na arcada dentária ou sem dentes, sobretudo nas regiões e municípios de extrema pobreza. Nos últimos oito anos, mais de três milhões de dentes deixaram de ser extraídos em atendimentos pelo SUS por que receberam atendimento adequado.

O Ministério da Saúde também pretende, a partir de 2012, iniciar processo de treinamento de profissionais para trabalhar na reabilitação de falhas na arcada dentária da população brasileira. Esta iniciativa será desenvolvida em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social.

As regiões que receberão os novos laboratórios também fazem parte dos programas Mulheres Mil e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), desenvolvidos pelo governo federal. O Mulheres Mil tem como objetivo promover a formação profissional e tecnológica de mulheres em situação de risco ou carentes. Já o Pronatec pretende ampliar o número de cursos de Educação Profissional e Tecnológica para a população brasileira.

Fonte: Portal da Saúde.

Leia o artigo na íntegra: http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/3991/162/sus-tem-mais-185-laboratorios-de-proteses-dentarias.html .

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Língua pode detectar gosto de gordura.

Por que as comidas menos saudáveis – aquelas mais gordurosas – nos parecem tão saborosas?

Parece que grande parte da responsabilidade cabe ao “hardware” humano, mais especificamente à nossa língua.

Cientistas descobriram que variações em um gene podem tornar as pessoas mais ou menos sensíveis ao sabor da gordura.

Esse gene deixa nossa língua com uma afinidade especial com os alimentos gordurosos.

O estudo é o primeiro a identificar um receptor humano capaz de sentir o gosto de gordura.

Os resultados também sugerem que algumas pessoas podem ser mais sensíveis à presença de gordura nos alimentos.

E a chave para tudo parece estar no gene CD36 – pessoas com uma variante particular desse gene sentem muito mais o sabor de gordura do que outras, sem a variante.

As pessoas que produzem mais proteína CD36 conseguem detectar com facilidade a presença de gordura.

De fato, as pessoas que mais segregam CD36 são 8 vezes mais sensíveis à presença de gordura do que pessoas que produzem apenas 50% a menos da proteína.

O que este novo estudo propõe é que a língua humana é capaz de sentir um sexto gosto, o gosto de gordura.

Fonte: Diário da Saúde.

Leia o artigo na íntegra: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=sexto-sentido-paladar-lingua-detectar-gosto-gordura&id=7336&nl=nlds .

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Nova consulta pública da ANVISA sobre esterilização de materiais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) acaba de disponibilizar em seu site a Consulta Pública nº 64/2011 sobre Boas Práticas para o Processamento e Esterilização de Materiais (CME).

Os interessados devem acessar primeiramente o regulamento da consulta para a seguir enviar críticas e sugestões ao texto proposto. O prazo limite para enviar sua contribuição é 20 de fevereiro de 2012.

A participação do maior número possível de profissionais na consulta pública é fundamental, já que o tema é de elementar importância para a saúde da população brasileira, uma vez que métodos adequados de esterilização são imprescindíveis no combate a infecções hospitalares.

Para saber mais sobre a Consulta Pública 64/2011 ou esclarecer quaisquer dúvidas, acesse a página da ANS na internet ou envie e-mail para agorass@anvisa.gov.br.

Leia o regulamento completo em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/e661e0804983ac1d8983fd4ed75891ae/CP+N%C2%BA+64+GGTES.pdf?MOD=AJPERES .

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Dicas de limpeza para próteses sobre implantes.

A indústria TEPE disponibiliza em seu site um guia de cuidados que se deve ter com os implantes e com suas respectivas próteses.

Independente da marca dos apetrechos utilizados para higiene, o interessante é visualizar os locais que devem limpos para evitar-se a cultura de bactérias junto aos implantes e próteses.

Segue o link: http://www.implantcare.tepe.com/index.php?id=210&L=9 .

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Fio dental Johnson & Johnson REACH® Expansion PlusTM.

Trata-se de um artigo sobre o fio dental Johnson & Johnson REACH® Expansion PlusTM onde o fabricante informa através de um estudo que mostra a forma de ação desta marca e tipo de fio dental.

Há no mercado inúmeras marcas e tipos de fios e fitas dentais. Alguns destes modelos e marcas têm especificidades que servem, ou melhor, tem indicação para um tipo de boca.

O que é tipo de boca?

É a condição dentária atrelada a condição das reabilitações que cada paciente tem em sua boca. É fundamental que o profissional indique quais os melhores apetrechos para higiene bucal que cada paciente necessita. E creiam, há uma variedade bastante razoável de produtos para prevenção.

Segue o link do artigo completo: http://www.conectfarma.com.br/clientes/fiodental.pdf .

E não se esqueça: E não se esqueça: http://www.edutavares.com.br/2011/05/quando-devo-trocar-a-escova-de-dente/.

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Odontologia Hospitalar.

É uma questão de saúde pública a diminuição das infecções hospitalares. A prática da odontologia no ambiente hospitalar pode contribuir (e muito) nesse processo.

A odontologia hospitalar vem de encontro às necessidades da equipe multiprofissional, hoje, muito comum dentro da rede hospitalar. De acordo com os artigos 18, 19 e 20 do Código de Ética Odontológica, compete ao cirurgião-dentista internar e assistir paciente em hospitais públicos e privados, com e sem caráter filantrópico, respeitadas as normas técnico administrativas das instituições e as normas do Conselho Federal de Odontologia. Além disso, o CFO publicou Resoluções que tratam do exercício do profissional em âmbito hospitalar, em consonância com a legislação e normas dispostas pelo Conselho Federal de Medicina. O assunto é sério, a responsabilidade é grande e exige preparação adequada para que, de fato, haja benefício para o paciente.

Inicialmente, nos hospitais, o atendimento odontológico se restringia à especialidade de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial – CTBMF ou à realização de alguns procedimentos odontológicos sob anestesia geral. Hoje, a odontologia hospitalar ocorre no terceiro nível de atenção à saúde, caracterizado pelo atendimento em saúde bucal de pacientes internados ou sob tratamento em ambulatórios médicos especializados.

O atendimento odontológico hospitalar pressupõe o trabalho dos profissionais de saúde bucal em equipe multiprofissional. Os serviços hospitalares diferenciam-se entre si, pela dinâmica de trabalho e pacientes atendidos. Por isso, a equipe de saúde bucal precisa conhecer a dinâmica do serviço hospitalar.

Fonte: Portal Open .

Leia o artigo na íntegra: http://www.wwow.com.br/portal/revista/revista.asp?secao=5&view=destaque&id=1011 .

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Easy Dental View.

A empresa Easy software, especializada em programas para administração de consultórios odontológicos lança no mercado um aplicativo bastante interessante para Ipad.

O Easy Dental View pode ser baixado gratuitamente na loja online da Apple (iTunes store).

O aplicativo faz apresentação de vídeos didáticos como:

  • Mais de 150 vídeos e animações separadas por especialidade e área de interesse.
  • Poderosa ferramenta de marketing e relacionamento com pacientes.
  • Legenda multi-idioma – pode ser ativada durante a apresentação do vídeo.
  • Vídeos, animações 2D e animações 3D estão entre os mais de 150 filmes disponíveis para o aplicativo.
  • Novos vídeos podem ser comprados sob demanda e on-line via Apple Store.
  • Vídeos produzidos pela Dental View, empresa líder na produção de vídeos odontológicos educativos.
  • Primeiro aplicativo nacional do gênero produzido para iPad.
  • Aplicativo gratuito via Apple Store. Apenas os vídeos são vendidos.

Leia mais em : http://portal.myeasy.com.br/portal2011/Produtos/Produtos_EDV.aspx .

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Chiclete biodegradável.

Nós as encontramos em cadeiras, sob as mesas, nas calçadas ou, pior ainda, presas nas solas dos nossos sapatos.

As gomas de mascar são pegajosas e não se degradam facilmente.

Além de importunar e dar nojo, isso leva a aumento dos custos de limpeza para as empresas e para os municípios.

Mas a solução já está mastigada, afirma a professora Elke Arendt, da Universidade College Cork, na Irlanda.

Arendt e seus colegas desenvolveram um novo processo para a criação de uma goma de mascar biodegradável e que não gruda.

A professora Arendt venceu o desafio, fornecendo à indústria um novo processo para o desenvolvimento de gomas de mascar biodegradáveis e não- grudentas.

Como principais ingredientes, ela utilizou proteínas de cereais.

Estas proteínas naturais são modificadas utilizando tecnologias e ingredientes que aumentam sua elasticidade, para que possam ser usadas como material de base para a produção da goma de mascar.

A pesquisadora agora está procurando empresas que possam estar interessadas em comercializar o produto.

Fonte: Diário da Saúde.

Leia o artigo na íntegra: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=chiclete-biodegradavel-nao-gruda&id=7141&nl=nlds .

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