Uma odontologia possível - Dr. Eduardo Tavares

Inlays Cerâmicos.

Realmente as restaurações tradicionais de amálgama chegaram ao fim para a maioria dos pacientes.

Independente da linha de pensamento, os amálgamas com todos seus problemas ligados ao mercúrio e a limalha, permitiram durante muitos anos uma odontologia mais barata e segura do ponto de vista de longevidade e estabilidade do material junto ao dente.

Não entrarei no mérito desta frase, mas quem fez muito amálgama em sua vida clínica sabe como este material promoveu saúde bucal em grande parte da população.

Os tempos foram mudando e houve uma explosão de restaurações em resina que em um primeiro momento apresentaram-se  como o material substituto do amálgama.

Não foi bem assim…

Limitações do material, técnica e más indicações, trouxeram muitos outros problemas aos dentes do que o velho e bom  amálgama.

Com a evolução das cerâmicas e do barateamento de algumas delas, já é possível restaurar praticamente todos os dentes que tem a indicação de restauração em material cerâmic0. Os nomes podem variar, mas o material cerâmico livre de metal é uma realidade. Estão classificados como inlays, onlays, lentes, facetas, fragmentos, coroas ocas ou puras e laminados cerâmicos. Até o momento podem ser confeccionados na forma manual ou por impressão 3D.

O fato é que, com esta evolução tornou-se muito confiável e duradouro a troca das restaurações por um material que devolve a anatomia inicial do dente. As cáries iniciais, quando tratadas desta forma também geram uma longevidade e saúde por mais tempo e com uma chance muito menor de intercorrências, quando comparadas as resinas.

Segue abaixo um caso de troca de restaurações em resina pelos inlays cerâmicos.

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Autor: Edu Tavares
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