Estética

Correção do bordo incisal em resina.

Pacientes com bruxismo acabam desgastando e até mesmo fraturando dentes!

Para com os incisivos superiores e inferiores o mais comum é irem sofrendo pequenos “quebradiços” na região incisal.

Enquanto o paciente não for diagnosticado os traumas causados vão além dos desgastes dos dentes.

Leiam mais em : https://www.colgate.com.br/oral-health/conditions/bruxism/bruxism-signs-and-sympt .

Incisivos com o bordo incisal fraturado:

Incisivos restaurados:

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Coroas anteriores em cerâmica feldspática / Metal free.

Reabilitação anterior com coroas totais em cerâmica sem metal. Foi utilizada a cerâmica feldspática para maior caracterização estética pois, optou-se pela manutenção da cor natural dos dentes inferiores como guia onde representasse a idade do paciente.

Foto inicial:

Preparos prontos:

Fotos finais:

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Fechamento de diastema com lente de contato cerâmica.

O caso a seguir mostra como os fragmentos cerâmicos podem beneficiar os tratamentos estéticos, mesmo quando necessitamos atender apenas a uma demanda clínica.

Neste caso, executei apenas a resolução da queixa principal do paciente que era a de fechar o diastema entre os incisivos centrais superiores. Foram conservados os dentes envolvidos, bem como os adjacentes, sem alteração de cor e alinhamento do segmento.

Tratamentos assim acabam sendo mais desafiadores, pois existe uma necessidade maior de harmonização de um “pedaço” do segmento anterior.

Fazer o artificial parecer natural.

Imagem com as resina desgastadas em posição e de forma insatisfatória, tanto em sua estrutura como na permanência do diastema.

Imagem com a retirada das resinas, evidenciando o diastema natural.

Imagens da parte laboratorial, onde incluem o modelo de gesso e as duas lentes em posição e soltas.

Imagem do caso concluído.

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Faceta e Fragmento cerâmico.

Volta e meia recebo questionamentos sobre casos onde apenas um ou dois dentes são restaurados com facetas ou fragmentos cerâmicos.

Claro que, para um trabalho mais estético e com menos dificuldades, devemos tratar os dentes com seus respectivos pares: dois incisivos centrais, dois incisivos laterais, dois caninos, e se possível todos juntos. Atualmente já é proposto em análise do plano de tratamento com facetas e fragmentos, a utilização da linha de sorriso até pré-molares.

Sempre que tratarmos um maior número de dentes que aparecem no sorriso do paciente, a resolução estética fica mais agradável aos olhos.

Porém, em uma odontologia possível, onde respeitamos os limites de desgastes e a própria opinião dos pacientes, chegamos muitas vezes a planos de tratamentos que incluem apenas a queixa principal.

O caso que sege abaixo, retrata esta situação. A paciente queixou-se apenas do dois incisivos centrais superiores, onde, o dente 21 apresentava desvio de linha mediana e  restauração em resina fora dos padrões aceitáveis. Já o dente 11 estava menor na porção mesial com uma restauração irregular.

Foto inicial:

Foto pós remoção das resinas:

Foto do modelo de gesso:

Foto dos laminados:

Foto final:

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Onlays cerâmicos como restauradores de Erosão Dentária.

A erosão dentária ocorre quando o esmalte se desgasta ou se reduz pela ação de ácido.

Basicamente a erosão pode ocorrer por duas formas:

1.Intrínsecas: onde tem como agente causa o ácido gástrico ou pela regurgitação decorrente de problemas médicos ou psicológicos em decorrência de refluxo ácido, anorexia, bulimia;

2.Extrínsecas: causada pelos ácidos relacionados com a alimentação onde o consumo de açúcar, refrigerantes, sucos de fruta, em excesso, contribuem para tornar a boca muito ácida.

A seguir seguem fotos de um caso restaurado com onlays cerâmicos no mesmo formato do fragmento cerâmico, sem nenhum tipo de desgaste.

Vejam o caso do fragmento cerâmico em : https://www.edutavares.com.br/2015/06/restauracao-em-fragmento-ceramico/ .

Fotos iniciais:

Fotos dos onlays no modelo de laboratório:

Fotos finais:

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Restauração em Fragmento Cerâmico.

A Odontologia vem mudando constantemente em seus conceitos de preservação e restauração dos dentes.

Com a melhoria das cerâmicas e dos equipamentos que envolvem sua confecção, surge uma nova forma de restaurarmos quase todas as lesões cariosas ou de fratura em dentes naturais.

Além de serem muito mais estéticas, contam com a certeza de que não terão alteração de cor, brilho, textura e desgaste por um tempo muito maior quando comparadas com as tradicionais resinas.

Estes fragmentos são cimentados e não requerem desgastes nos dentes naturais, somente remoção de áreas retentivas, assim como nas lentes de contato. Há casos que inviabilizam esta técnica mediante análise e estudo do caso.

Seguem fotos de um trabalho realizado recentemente.

Foto inicial demonstrando fratura do bordo mesial com envolvimento do ângulo do dente.

Sequência de fotos com diferentes ângulos e fundo preto para realçamento da imagem.

Modelo de gesso com o fragmento cerâmico para checagem e ajustes necessários.

Fotos finais.

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Implante anterior cone morse com coroa metalocerâmica.

Os implantes orais fazem parte do que temos de mais avançado na reposição de dentes perdidos.

Seu sucesso depende de inúmeros fatores que vão muito além da questão de ter ou não tecido ósseo suficiente para sua inserção. Cada paciente carrega junto a si informações particulares. Estas características implicam em traçar planos de tratamentos individualizados.

Traduzindo isso para a especialidade com implantes, temos que entender qual é o melhor implante para cada paciente; qual é o melhor momento de devolver o dente perdido. Parece que todos os implantes e tratamentos são iguais, mas não são ou não deveriam ser tratados como tal.

O caso abaixo é uma implantação imediata, pós-fratura radicular, onde em um mesmo tempo operatório foi extraída a raiz do dente e inserido um implante cone morse de desenho apropriado para a função estética requerida. A característica mais importante neste tipo de implante é de deixá-lo em média 2 mm infra ósseo, em um posicionamento mais para a região palatina e com tecido ósseo inter proximal presente para manutenção da papila inter dental.

Foto inicial pós implantação e com uma provisória adesiva:

Sem o provisório:

Com o transferente de moldagem:

Colocado o parafuso cicatrizador:

Coroa pronta para prova em modelo de gesso:

Fotos finais:

Rx final:

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Dentes anteriores fora de cor – trocar ou clarear?

Sempre que se fala em trocar ou executar uma coroa de um único dente anterior é um desafio. Os dentes anteriores funcionam bem, para função estética, quando manipulamos os pares.

É sempre mais fácil utilizarmos dois incisivos centrais, dois incisivos laterais ou os dois caninos. Mesmo que a cor, textura e forma fiquem um pouco diferentes dos dentes adjacentes, o fato de estarmos trabalhando no par, facilita as coisas.

O caso que mostro é de um paciente que não queria trocar a coroa metalo cerâmica do incisivo central superior direito. Na foto inicial é visível que a cor deste elemento protético está muito mais clara que os dentes remanescentes. Há também uma pequena alteração de forma e textura, mas realmente o que mais impressiona, principalmente em fotos digitais, é o fator cor.

Optamos em fazer um clareamento inicial em todos os dentes à laser, no consultório. Fizemos duas sessões, e mais uma terceira apenas no incisivo central superior esquerdo, ao lado da coroa metalo cerâmica. Completamos o clareamento com a forma caseira, em moldeiras já que a alteração de cor nos dentes naturais teria que ser de até quatro tons.

Definitivamente teríamos que clarear bastante!

Foto inicial:

Foto final:

Este caso reafirma minha ideia de que a odontologia pode sugerir diferentes formas de tratamento para um mesmo paciente.

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Facetas em resina.

Resoluções estéticas para dentes anteriores sempre são um desafio para o cirurgião dentista.

Lidamos com um dos mais importantes traços que compõem a autoestima de uma pessoa; o sorriso é parte importantíssima da apresentação e aceitação social.

Vários pacientes vêm munidos de informações detalhadas sobre técnicas que trazem um resultado final desafiador para qualquer profissional. O que ocorre na maioria dos casos é que a situação inicial do caso clínico mostrado é quase sempre “perfeita” para executarmos uma reabilitação digna de fotos para trabalhos científicos.

Nem sempre há possibilidade de uma harmonia tão mágica!

Muito mais que dentes, precisamos analisar as condições do periodonto, alinhamento e posição dos dentes, fenótipo gengival (características do tecido mole), pontilhado gengival, harmonia do rosto, custos e tratamentos mais ou menos invasivos.

Todo tratamento onde recobrimos um elemento dentário por completo, temos mais chances de obtermos uma estética mais aceitável.

Tratar, cuidar, preservar e conservar dentes é sempre mais difícil!

Vamos a um caso clínico.

Apresentação inicial:

Paciente insatisfeita com seu sorriso que ao longo da vida foi restaurando apenas as lesões cariosas sem pensar em um conjunto de dentes e tudo mais que implica no sorriso. O resultado não poderia ser outro: um caos em termos estéticos e de saúde bucal.

Vejam, mesmo frequentando continuadamente consultórios odontológicos, a odontologia falhou neste caso.

Fizemos inicialmente o tratamento periodontal (gengiva). Em seguida o clareamento a laser com reforço de moldeiras para uso do gel clareador em casa. Finalizamos o clareamento com um verniz clareador de uso diário.

Fomos então para a fase cirúrgica onde fizemos o afilamento dos bordos da gengiva e novo contorno gengival em torno dos dentes. Para esta conduta usamos um laser cirúrgico.

Depois de cicatrizada toda a gengiva optamos por facetas diretas em resina.

Resultado final:

A variedade de materiais e equipamentos que dispomos proporciona resultados estéticos satisfatórios com maior segurança e preservação do elementos dentários.

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